OS DIAS MINGUAM, AS HORAS REPETEM-SE A UMA VELOCIDADE SEM FREIO!

sábado, 29 de agosto de 2015

MARTÍRIO DE JOÃO BAPTISTA - CELEBRADA SUA MEMÓRIA HOJE!

CELEBRA-SE HOJE A MEMÓRIA DO MARTÍRIO  DE JOÃO BAPTISTA
Evangelho segundo S. Marcos 6,17-29. ( Evangelho do dia) 
Naquele tempo, o rei Herodes mandara prender João e algemá-lo no cárcere, por causa de Herodíades, a mulher do seu irmão Filipe, que ele tinha tomado por esposa.
João dizia a Herodes: «Não podes ter contigo a mulher do teu irmão».
Herodíades odiava João Baptista e queria dar-lhe a morte, mas não podia,
porque Herodes respeitava João, sabendo que era justo e santo, e por isso o protegia. Quando o ouvia, ficava perturbado, mas escutava-o com prazer.
Entretanto, chegou um dia oportuno, quando Herodes, no seu aniversário natalício, ofereceu um banquete aos grandes da corte, aos oficiais e às principais personalidades da Galileia.
Entrou então a filha de Herodíades, que dançou e agradou a Herodes e aos convidados. O rei disse à jovem: «Pede-me o que desejares e eu to darei».
E fez este juramento: «Dar-te-ei o que me pedires, ainda que seja a metade do meu reino».
Ela saiu e perguntou à mãe: «Que hei-de pedir?». A mãe respondeu-lhe: «Pede a cabeça de João Baptista».
Ela voltou apressadamente à presença do rei e fez-lhe este pedido: «Quero que me dês sem demora, num prato, a cabeça de João Baptista».
O rei ficou consternado, mas por causa do juramento e dos convidados, não quis recusar o pedido.
E mandou imediatamente um guarda, com ordem de trazer a cabeça de João. O guarda foi à cadeia, cortou a cabeça de João
e trouxe-a num prato. A jovem recebeu-a e entregou-a à mãe.
Quando os discípulos de João souberam a notícia, foram buscar o seu cadáver e deram-lhe sepultura.
 Comentário do dia:

Liturgia bizantina
Tropários e konkadion de S. João Baptista
Precursor do Senhor na sua vida e na sua morte
O Jordão, aterrado com a tua vinda na carne, ó Cristo, voltou para trás tremendo; cumprindo a sua tarefa espiritual, João fez-se pequeno no seu temor. O exército dos anjos estava tomado de espanto ao ver-Te no rio, a ser baptizado segundo a carne; o exército das trevas foi iluminado e nós Te cantamos, Senhor, a Ti que Te manifestas e iluminas o universo.
A memória do justo deve ser exaltada; mas a ti, João Precursor, bastou-te o testemunho do Senhor. Na realidade, tu és o mais venerável de todos os profetas, porque foste achado digno de baptizar nas águas Aquele que os outros profetas apenas tinham anunciado. Por isso, depois de teres lutado pela verdade, foste anunciar ao mundo dos mortos Deus aparecido na carne, Aquele que tira o pecado do mundo (Jo 1,29) e nos dá a sua imensa piedade.

O glorioso martírio do Precursor foi uma etapa na obra da salvação, uma vez que até na pátria dos mortos ele foi anunciar a vinda do Salvador. Que Herodíades gema agora, ela que reivindica este assassinato ímpio, porque o que ela amou não foi a lei de Deus nem a vida eterna, mas as ilusões que apenas duram um momento.
      

RECORDAR COM SAUDADE O HOMEM QUE VEIO DE LONGE!

Religião

De arrepiar: uma canção de dor e esperança sobre o Papa que veio de longe

São João Paulo II: um homem que parte, vestido de branco

Quando foi eleito papa, o cardeal Karol Wojtyla se apresentou ao mundo como "um homem que veio de longe", daquela Polônia sofrida e aprisionada por trás da Cortina de Ferro, tão próxima geograficamente, mas tão afastada do mundo ocidental e tão periférica em relação ao tradicional centro dirigente do catolicismo. 

                                    Vaticano
João Paulo II ao ar livre
 





UN UOMO VENUTO DA MOLTO LONTANO
Um homem que veio de muito longe
(Amedeo Minghi)

Un uomo venuto da molto lontano
Um homem que veio de muito longe

Negli occhi il ricordo dei campi di grano
Nos olhos a lembrança dos campos de trigo

Il vento di Auschwitz portava nel cuore
Trazia no coração o vento de Auschwitz

E intanto scriveva pesie d'amore
No entanto, escrevia poesias de amor

Amore che nasce dentro il cuore dell'uomo
Amor que nasce dentro do coração do homem

Per ogni altro uomo.
Por cada um dos demais homens.

Un uomo venuto da molto lontano
Um homem que veio de muito longe

Stringeva il dolore e un libro nella mano
Apertava a dor e um livro na mão

Qualcuno ha sparato ed io quel giorno ho pianto
Alguém atirou e naquele dia eu chorei

Ma tutto il mondo gli è rimasto accanto
Mas todo o mundo ficou do seu lado

Quel giorno il mondo ha ritrovato il cuore
Naquele dia o mundo reencontrou o coração

La verità non muore.
A verdade não morre.


Un uomo che parte, vestito di bianco
Um homem que parte, vestido de branco

Per mille paesi e non sembra mai stanco
Por mil países e nunca parece cansado

Ma dentro i suoi occhi un dolore profondo
Mas dentro dos olhos uma dor profunda

Vedere il cammino diverso del mondo
Ver o caminho diferente do mundo

La guerra e la gente che cambia il suo cuore
A guerra e as pessoas que mudam o coração

La verità che muore.
A verdade que morre.

Va', dolce grande uomo, va'.
Vai, doce grande homem, vai.

Va', parla della libertà.
Vai, fala da liberdade.

Va' dove guerra, fame e povertà hanno ucciso anche la dignità.
Vai onde guerra, fome e pobreza mataram até a dignidade.

Va' e ricorda a questo cuore mio che Caino sono pure io.
Vai e lembra a este meu coração que eu também sou Caim.


Dall'Est è arrivato il primo squillo di tromba
Do Leste chegou o primeiro toque da trombeta

Il mondo si ferma; c'è qualcosa che cambia
O mundo para; há alguma coisa mudando

Un popolo grida: Noi vogliamo Dio, la libertà è solo un dono suo!
Um povo grita: Nós queremos Deus, a liberdade é só uma dádiva dele!

Tu apri le braccia e incoraggi i figli ad essere fratelli.
Tu abres os braços e encorajas os filhos a serem irmãos.

Va', dolce grande uomo, va'.
Vai, doce grande homem, vai.

Va', parla della libertà.
Vai, fala da liberdade.

Va' dove l''uomo ha per sorella solo lebbra e mosche sulle labbra.
Vai onde o homem tem por irmã somente a lepra e moscas sobre os lábios.

Va' e ricorda a questo cuore mio che Caino sono pure io.
Vai e lembra a este meu coração que eu também sou Caim.
sources: Aleteia

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

O DOGMA DA IMACULADA CONCEIÇÃO!

Religião

O dogma da Imaculada Conceição e as aparições de Maria em Lourdes: uma afronta à razão

 

Virgem? Concebida pura? Esmagando a serpente? Dogma? Promulgado por um papa? "Quantos absurdos! "

 

Em 1854, com a bula "Ineffabilis”, o papa Pio IX proclamou o dogma da Imaculada Conceição de Maria. Em 1858, entre os dias 11 de fevereiro e 16 de julho, Maria apareceu nada menos que dezoito vezes para uma menina de 14 anos chamada Bernadette Soubirous, declarando ser a Imaculada Conceição – um conceito de entendimento complicado para uma criança. A localidade era Lourdes, na França. 

   Creative Commons
Nossa Senhora de Lourdes
Em 1854, com a bula "Ineffabilis”, o papa Pio IX proclamou o dogma da Imaculada Conceição de Maria.

Em 1858, entre os dias 11 de fevereiro e 16 de julho, Maria apareceu nada menos que dezoito vezes para uma menina de 14 anos chamada Bernadette Soubirous, declarando ser a Imaculada Conceição – um conceito de entendimento complicado para uma criança. A localidade era Lourdes, na França.

Quando Pio IX tinha definido o dogma da Imaculada Conceição, a repercussão fora variada: boa parte dos fiéis católicos o recebeu com profunda piedade; para os céticos, porém, que já eram numerosos e influentes num mundo ocidental cada vez mais incrédulo diante das obras de Deus e cada vez mais embriagado com as promessas de felicidade material igualitária e de liberdade moral relativista, aquilo era uma afronta grosseira à razão.

O dogma da Imaculada Conceição, afinal, afirma que Maria foi concebida livre do pecado original, por especialíssima graça de Deus, o que significa um privilégio excelso que a mentalidade do igualitarismo revolucionário não podia tolerar. E mais: a concepção sem mácula evoca a nobreza da castidade, virtude cada vez mais ridicularizada e combatida pela cultura relativista e hedonista que anda sempre lado a lado com os igualitarismos panfletários. Além disso, a imagem da Virgem Imaculada recorda necessariamente a cabeça da serpente esmagada sob o seu calcanhar: uma clara afirmação do triunfo da graça sobre o demônio e sobre as suas obras mundanas, que incluem a corrupção dos costumes, a dissolução da família, o afastamento da fé, o materialismo e o suposto “racionalismo” laico. Como se não bastasse, tratava-se de um dogma, ou seja, uma declaração de fé a ser aceita e professada por todos os católicos, em plena era do “culto à ciência”. E, finalmente, quem proclamava o dogma era o papa, aquela controversa, pomposa e antiquada figura humana que se apresentava como nada menos que o Vigário de Cristo na terra.
 Nesse contexto furiosamente hostil à religião, Bernadette virou alvo imediato de descrédito. Perseverante apesar do escárnio e da suspeita, a menina asmática da família mais pobre da cidade aprendeu a virtude da obediência naquela que o papa Pio XII chamaria de "Escola de Maria". Graças à sua submissão às orientações da “Senhora” que lhe aparecera, brotou no local das aparições uma fonte cujas águas realizariam incontáveis e documentados milagres de cura ao longo dos anos seguintes.

A “Senhora” pediu a Bernardette para conclamar os pecadores à penitência e à conversão, além de indicar o desejo de que um santuário fosse construído sobre o depósito de lixo em que as aparições ocorriam. A menina retransmitiu ao pároco o pedido da “Senhora”. O próprio pároco rejeitou inicialmente o que aquela pobre coitada lhe dissera, mas a baixa instrução da menina acabou servindo para confirmar a autenticidade daqueles eventos sobrenaturais e dos complexos conceitos envolvidos neles.
Eu sou a Imaculada Conceição”, tinha dito a “Senhora”, de acordo com Bernadette. Como é que aquela pobre menina poderia saber que, quatro anos antes, tinha sido promulgado o dogma da Imaculada Conceição? A menina nem sequer sabia o que significava a palavra "conceição"!

As autoridades locais queriam impedir as multidões de visitarem a cena das aparições e tentaram forçar uma condenação por parte do bispo, que criou uma comissão de investigação. Quatro anos mais tarde, as aparições foram declaradas autênticas e, em 1876, a basílica sobre a gruta foi consagrada.

Graças às aparições em Lourdes, o dogma da Imaculada Conceição se tornou assunto de discussão comum e ajudou a espalhar uma compreensão da lógica divina ao preservar Maria da mancha do pecado.

Quanto a Bernadette, ela morreu num convento, escondida do mundo, vinte e um anos depois da última aparição de Maria. Seu corpo ficou incorrupto internamente, mas não sem defeitos exteriores; durante a terceira exumação, em 1925, revestimentos de cera foram colocados em seu rosto e em suas mãos, antes que o corpo fosse transferido para um relicário de cristal.

Para os católicos, os santos incorruptos ajudam a contemplar o quanto a iluminação divina consegue elevar um ser humano a um estado tal de santidade que as próprias células destinadas ao pó permanecem preservadas.

Para os incrédulos, tudo o que está envolvido com este dogma e com as manifestações da graça de Deus não passa de absurdo, ignorância, superstição, manipulação, mentira. Uma “mentira”, porém, cujos milagres eles nunca conseguem explicar. 

SE FOSSE HÁ DIAS ATRÁS, TALVEZ DISSESSE PORDOA-LHES MÃE NÃO SABEM O QUE DIZEM, MAS HOJE, SEI QUAL A CAUSA DE TANTA MANIPULAÇÃO E RAIVA, É QUE OS SEUS INTENTOS JAMAIS TERÃO SUCESSO... 
 
EIS A RESPOSTA POR QUE ESSES DOUTOS QUEREM DENEGRIR A NOSSA QUERIDA MÃE:http://nemaservaapaixonadadoamor.blogspot.pt/2015/08/a-guerra-comecou-entre-o-homem-e.html
sources: Aleteia

COMO É BOM LER TESTEMUNHOS DE QUEM VOLTOU A CASA DO PAI!

| Categoria: Testemunhos

Católico, protestante, ateu... CATÓLICO, de fato e de direito!

Conheça a história do jovem universitário que foi desafiado por seu amigo a assistir às aulas do Padre Paulo Ricardo



"Eu não me acostumei nas terras onde andei…", diz a música do Padre Zezinho que serve de trilha para a leitura desse belo testemunho de conversão. Como a falta de uma sólida catequese foi decisiva para que este homem andasse "por mil caminhos", no entanto, Deus o chamou de volta e agora, conhecendo a beleza da Igreja, pode dizer: "Aqui é o meu lugar".
"Nasci em família tipicamente católica, tradicional, numerosa, que educava os seus membros na fé e na moral da Igreja. Vivendo sob esta perspectiva, também era eu católico, ia à Santa Missa aos domingos e rezava antes de dormir, onde sempre terminava a oração pedindo a "bença" à "Mamãe do Céu" e ao "Papai do Céu".

Havia um problema, porém, que infelizmente é comum nos nossos tempos: faltou-me a catequese adequada. Fruto desta deficiência, brotou em mim uma consciência protestante, ainda que eu não me desse conta. Comecei a buscar a fundamentação para as práticas da Igreja (que eu sequer conhecia direito) na Bíblia. Lia e interpretava a Bíblia sem o devido cuidado e preparação. O resultado não poderia ser outro: desacreditei da Igreja Católica, pois algumas coisas, pensava eu, não se adequavam com as Escrituras, como a veneração aos santos, o papel de Nossa Senhora para o catolicismo, o Sacramento da Confissão etc. Até a adoração ao Santíssimo Sacramento eu reputei como sendo idolatria!

Foi com esta fé estremecida que entrei para a faculdade de direito. Neste ambiente, como o senhor sabe bem, fui influenciado pelo pensamento acadêmico, predominantemente de esquerda e contrário ao catolicismo. Estudei Nietzsche, Marx, Escola de Frankfurt, Foucault... O resultado, mais uma vez, era previsível: tornei-me ateu. Convicto. Inimigo da Igreja. Afinal, o ateísmo era "cool" e dava um ar de intelectualidade, que, para mim, era incompatível com a crença religiosa.

Eis que certo dia, porém, um amigo me desafiou a ver o seu curso sobre marxismo cultural e revolução cultural. Aceitei, com o objetivo de refutar, é claro. Surpreendi-me. O senhor falava com propriedade. Não parecia um ignorante supersticioso. Não consegui refutar.
Pe. Paulo Ricardo, homem de Deus e grande orador das coisas de Deus, sou portuguesa e vivo uma missão que me faz estar em clausura e ter deixado tudo lá fora para viver junto de um doente com Alzheimer e demência progressiva. Tem sido principalmente este sacerdote, mesmo sem o saber, o meu escudo forte para eu  perseverar nesta árdua missão. Ainda bem que mais um irmão em Jesus Cristo, voltou à trilha do BELO AMOR!
Fui assistir seus vídeos sobre outros temas. Um sobre São Tomás de Aquino me marcou. Que gênio era São Tomás! Depois, ainda através do seu trabalho, conheci a obra de Joseph Ratzinger. Foi um tiro certeiro. A fé não era mais inimiga da razão, mas irmã. Ou, ainda, nos dizeres de Santo Agostinho: "intellige ut credas, crede ut intelligas".

Assisti mais e mais vídeos do senhor nas férias, ao ponto do meu velho pai indagar: " Só fica vendo esse careca aí, rapaz, vá sair de casa" (risos). Tive a felicidade de conhecer sua relação de amizade com os saudosos Dom Eugênio e Dom Heitor de Araújo Sales, ambos potiguares e com imensos serviços prestados à Arquidiocese de Natal, da qual faço parte. Este último ainda vem à pequena São Paulo do Potengi todos os anos, rezar pela alma do Monsenhor Expedito Sobral, amigo íntimo tanto de um quanto de outro.

Foi com este ânimo, e tendo o seu trabalho como porta de entrada, que comecei a estudar e pesquisar o que de fato era e no que de fato cria a Igreja Católica. Deparei-me, para utilizar suas próprias palavras, com "um colosso teológico, cultural e intelectual". Senti-me em casa.

Hoje sou católico "de fato e de direito", sem nenhuma possibilidade de mudança. Tenho consciência de que não é a Bíblia que respalda a Igreja, mas a Igreja que respalda a Bíblia, que, por sua vez, deve ser lida segundo à Tradição Apostólica. Sei que é a Santa Igreja a guardiã do Depósito da Fé, ou, para usar as palavras de São Paulo, ela é a "coluna e sustentáculo da Verdade" (1 Tm 3,15).

Vivo uma conversão diária, por vezes árdua, mas sempre peço a Deus que fortaleça minha fé e me conceda a graça de carregar a minha cruz com amor. Nas provações, recorro à Santíssima Mãe e inspiro-me na persistência de São Padre Pio e na obediência de São Miguel Arcanjo (cujas histórias, também, conheci por meio deste sítio), para que, ainda que caia, possa me levantar, por amor a Cristo.

Escrevo isto para que o senhor saiba da sua importância nesta minha volta para casa. Hoje estou preparado para responder, com temor e mansidão, àqueles que pedirem às razões da minha esperança (1 Pd 3,15).

Assim sigo convicto, como Santo Agostinho, de que Deus nos fez para Ele, e inquieto está nosso coração enquanto n'Ele não repousar. Nas palavras do padre Zezinho: Andei por mil caminhos / e, como as andorinhas, /eu vim fazer meu ninho / em tua casa e repousar. /Embora eu me afastasse /e andasse desligado, /meu coração cansado, / resolveu voltar.

Que Deus abençoe ao senhor, Padre Paulo Ricardo, e à sua equipe por este trabalho de catequese fiel, algo raro nestes tempos de predominância do relativismo moral e religioso.

Christo Nihil Praeponere!
Silvério Alves da Silva Filho

RECONEXÃO - QUE DESCOBERTA?

UM LIVRO CHAMADO RECONEXÃO
EIS O LINK:

http://www.anjodeluz.net/a_reconexao_EricPearl.htm
REFLEXÃO PESSOAL
Há poucos dias, alguém que me visita frequentemente, falou-me de um livro de cura e que por sinal um senhor o convidou para fazer um exercício baseado na energia que visa deixar a pessoa bem consigo própria. Vinha muito contente, pois dizia que gostaria de comprar o dito livro.
Pediu-me uma opinião acerca do tema... Pensei e reflecti um pouco! Não lhe dei qualquer parecer acerca do conteúdo do livro, nem acerca da "imposição" das mãos, chamemos-lhe assim.
Meditei sobre assunto. No dia seguinte, dei-me ao cuidado de investigar vários sites sobre o livro, o autor e também o vocábulo "conexão" sobre uma perspectiva mais lata.
Não vou aqui explicar o que investiguei, muito menos dar opinião sobre este tema.
Vou sim dar um alerta! Visitantes deste blog( o mesmo alerta postei no Face Book), QUEM DE VÓS FOR VERDADEIRAMENTE, DISCÍPULO, ADORADOR E SEGUIDOR DO MESTRE, JESUS CRISTO, ACONSELHO-VOS A NÃO ACEITAR, NEM LEITURA DO LIVRO, NEM DEIXAR QUE VOS AJUDEM COM ESSE MÉTODO, MUITO MENOS COMPRAREM O PRÓPRIO LIVRO. É MUITO SÉRIO O ASSUNTO, POR ISSO TENHAM O DISCERNIMENTO DE ABORDAREM O TEMA COM OS VOSSOS SACERDOTES.  
 
Aqui em Portugal, vim a descobrir que o autor do livro: Eric Pearl, tem vindo a fazer seminários e palestras, principalmente, ao nível da Saúde.
No entanto, deixo dois testemunhos: quer da pessoa que me falou deste assunto, quer da pessoa que o deu a conhecer a este senhor. A senhora, ligada a uma ervanária, depois de ler o livro, ficou deveras transtornada,( acabou por queimar tudo o que tinha sobre este tema) como católica que é, teve de pedir ajuda a que de direito. O senhor, muito religioso, quando lhe fizeram essa imposição, ele a fechou os olhos e começou a orar. evidentemente, que nada sentiu. Quando  a pessoa terminou esse trabalho, perguntou-lhe se não tinha sentido nada ou mesmo visto algo.
Ele respondeu que não, pois esteve em oração todo o tempo... ao que a pessoa retorquiu que não fizesse isso, apenas fechar os olhos e relaxar!
Vou terminar com um pequeno trecho da Bíblia:
" O mundo passa com os seus deleites(João, 2,17) "Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me." ( Mat. 16.24). "Quem olha para trás depois de deitar a mão ao arado, não está apto para o Reino de Deus."( Lc. 9,62).
Nema, escrava de Maria
 
 
 

O PASTOR SUPREMO DA IGREJA: QUE FIM?!


PETRUS ROMANUS: O ÚLTIMO PAPA ESTÁ AQUI. 
Foi publicado nos Estados Unidos (abril-2012) o livro “Petrus Romanus: o ÚLTIMO Papa está aqui”, escrito por Thomas Horn e Cris Putnam. Trata-se de uma extensa obra que cruza duas linhas: a investigação periodística sobre acontecimentos internos do Vaticano e as profecias que se referem ao Papa que haverá de guiar a Igreja durante a Grande Tribulação, último Papa da série romana. 
O título se refere a uma das principais profecias a respeito dos Papas, a de São Malaquias, o bispo irlandês que teve uma revelação sobre a sucessão de pontífices romanos desde Celestino II até o último Papa dos tempos atuais. A profecia é composta de lemas descritivos correspondentes a cada um desses 112 papas.
Os lemas podem referir-se a um símbolo de seu país de origem, a seu nome, a seu escudo de família, ou a alguma característica de seu pontificado ou de sua vida.
Os últimos Papas foram:
108: “Flos florum” (Flor das flores) Paulo VI. Seu escudo continha uma flor de lis, “flor das flores”.
109: “De medietate Lunae” (De la Media Luna) João Paulo I. Nasceu na diocese de Belluno, conhecida como da bela lua.
110: “De labore solis” (De eclipse do sol) João Paulo II. No dia de seu nascimento e no dia de sua morte houve eclipses do sol.
111: “Gloria Olivae” (A glória do olivo) Bento XVI. Tomou seu nome de São Bento. Os monjes beneditinos, conhecidos como olivetanos, têm ramas de oliveira em sua heráldica. 
Falta só um segundo a lista:
112: “Petrus Romanus” (Pedro Romano). Será o último Papa que governará a Igreja desde Roma, imediatamente antes que ocorra o Retorno de Cristo.
O número 112 é muito particular pois, diferentemente dos demais, é o único que leva um parágrafo descritivo a mais além do lema: 
“Na perseguição final contra a Santa Igreja Romana reinará Pedro Romano, que pastoreará seu rebanho em meio a muitas tribulações. Depois disto, a cidade das sete colinas será destruída e o justo Juiz voltará para julgar o seu povo”.    
Antes de abordar o conteúdo do livro “Petrus Romanus” é necessário fazer alguns esclarecimentos. Quando se fala de “o último Papa” não significa que nos encontramos ante o fim da Igreja ou do mundo. A profecia se move dentro do esquema escatológico lacunziano (Manuel Lacunza, 1731-1801) que estipula, baseado nas Escrituras, três vindas de Cristo:
1) a de Belém, há dois mil anos;
2) a de sua Parusía, retorno glorioso ao final dos sete anos da Grande Tribulação: segundo São João e São Paulo, Cristo descerá no Vale do Armagedon para derrotar o Anticristo e seus exércitos, e posteriormente levar a cabo o Juízo às Nações;
3) a do fim do mundo, no céu, para levar a cabo o Juízo Universal.   
Depois da Parusía e do Juízo às Nações a história humana continuará neste mundo, então totalmente transformado em um Reino de Deus no qual haverá paz, justiça e santidade verdadeiras. Quando Cristo inaugurar seu reino no mundo, fruto social da Parusía, Roma terá sido destruída (segundo São João e coincidindo com o lema 112 de São Malaquias), e o Papado voltará a ser exercido desde Jerusalém, como foi no início. Ali começará a série de Papas jerosolimitanos, dos quais não foi revelado nada a São Malaquias.
Também há que se dizer, antes de abordar o ponto central do livro, que além de São Malaquias existem muitas outras profecias sobre o futuro próximo do Papado e da Igreja, e que coincidem com o pontificado de Pedro Romano. De todas elas, podemos resumir vários elementos:
1. Uma eleição confusa em que surgem um Papa legítimo e um antipapa.
2. Um Papa obrigado a sair de Roma em circunstâncias calamitosas.
3. O antipapa usurpa a Cadeira de Pedro pela manobra de uma seita maçônico-satânica que opera dentro do Vaticano.
4. Um grande cisma para a Igreja, resultado desta situação de dois Papas antagônicos. 
Algumas destas profecias:
São Francisco de Assis: “Haverá um Papa eleito não canonicamente que causará um grande  cisma. Serão pregadas diversas formas de pensar, que levarão muitos a duvidarem, até aqueles em diversas ordens religiosas, até estarem de acordo com aqueles hereges que causarão a divisão da minha Igreja. Então haverá tais divisões e perseguições a nível universal, que se esses dias não fossem encurtados, até os eleitos se perderiam”.(1)
Juan de Vitiguero, no Século XIII: “Quando o mundo se encontrar perturbado, o Papa trocará de residência”. Juan de Rocapartida, um século depois: “Ao aproximar-se o Fim dos Tempos, o Papa e seus cardeais fugirão de Roma em trágicas consequências para um lugar onde permanecerão sem ser reconhecidos, e o Papa sofrerá uma morte cruel no exílio”. Nicolas de Fluh, no século XV: “O Papa com seus cardeais terá que fugir de Roma em situação calamitosa para um lugar onde serão desconhecidos. O Papa morrerá de maneira atroz durante seu desterro. Os sofrimentos da Igreja serão maiores que qualquer momento histórico anterior”. O venerável Bartolomé Holzhauser, fundador das sociedades de clérigos seculares no século XVIII: “Deus permitirá um grande mal contra Sua Igreja: virá de forma súbita e inesperada enquanto os Bispos e Sacerdotes estiverem dormindo. Entrarão na Itália e devastarão Roma, queimarão igrejas e destruirão tudo”. As palavras de Nossa Senhora reveladas em La Salette a Melania: “Roma perderá a fé, e se converterá na sede do anticristo”.(2) A revelação recebida pela Madre Elena Aiello, famosa estigmatizada que era com frequência consultada pelo Papa Pio XII, dizia: “Itália será sacudida por uma grande revolução (...) Rússia se imporá sobre as nações, especialmente sobre a Itália, e levantará a bandeira vermelha sobre a cúpula de São Pedro”. (3) A beata Ana Catarina Emmerich, religiosa agostiniana, em 1820: “Vi uma forte oposição entre dois papas, e vi quão funestas serão as consequências da falsa igreja, vi que a Igreja de Pedro será solapada pelo plano de uma seita. Quando estiver próximo o Reino do anticristo, aparecerá uma falsa religião que será contra a unidade de Deus e de sua Igreja. Isso causará o maior cisma que já tenha sido visto no mundo ". Elena Leonardi, filha espiritual do Santo Padre Pio revela: “O Vaticano será invadido por revolucionários comunistas. O Santo Padre será traído. A Itália sofrerá uma grande revolta e será purificada por uma grande revolução. A Rússia marchará sobre Roma e o Papa correrá grande perigo”. (4) Enzo Alocci: “O Papa desaparecerá temporariamente e isto acontecerá quanto houver uma revolução na Itália”. (5)
A Beata Ana Maria Taigi afirma: “A religião será perseguida e os sacerdotes massacrados. O Santo Padre será obrigado a sair de Roma”. (6) A mística Maria Steiner: “A Santa Igreja será perseguida e Roma estará sem pastor”. Revelações de Garabandal: “O Papa não poderá estar em Roma, será perseguido e terá que se esconder”. (7) Ao Padre Stefano Gobbi, místico e fundador do Movimento Sacerdotal Mariano, a Santíssima Virgem lhe revelou: “As forças maçônicas entraram na Igreja de uma forma oculta e dissimulada, e conseguiram estabelecer o seu quartel general, no mesmo lugar aonde vive e trabalha o Vigário de Meu Filho Jesus. Está se cumprindo tudo quanto foi predito na terceira parte de minha mensagem que ainda não vos foi revelada, mas que já se pode notar, pelos próprios acontecimentos que estais vivendo”. (8) Irmã Agnes de Akita: “A obra do demônio se infiltrará até mesmo dentro da Igreja de tal modo que veremos cardeais contra cardeais, bispos contra bispos.” Irmã Sofia Maria Gabriel: “Haverá dois papas rivais e uma grande crise no papado vaticano e a Igreja será dividida em dois lados.” Cardeal Mário Luigi Ciappi: “A perda da fé na Igreja, a apostasia, sairá do cimo da Igreja.” Papa São Pio X: “Tive uma visão terrível, não sei se serei eu ou um de meus sucessores, mas vi um Papa fugindo de Roma entre os cadáveres de seus irmãos. Ele se refugiará incógnito em alguma parte e depois de breve tempo morrerá de uma morte cruel”. [9] Padre Paul Kramer: “O antipapa e seus colaboradores apóstatas serão, como disse a Irmã Lúcia, os partidários de satanás,  que trabalham para o mal e não têm medo de nada”. Irmã Lucia dos Santos, revelando o Terceiro Segredo de Fátima: "Vimos um bispo vestido de branco, que temíamos fosse o Santo Padre, fugir de uma cidade em ruínas, trêmulo com andar vacilante, acabrunhado de dor e tristeza, rezando pelos cadáveres que encontrava pelo caminho." Cardeal Karol Wojtyla, antes do Congresso Eucarístico, na Pensilvânia, em 1977. "Estamos ante o maior confronto histórico que a humanidade já teve. Estamos ante a luta final entre a Igreja e a anti-Igreja, o Evangelho e o anti-evangelho. Esse confronto se situa dentro dos planos da Divina Providência e é um desafio que toda a Igreja tem que aceitar". 
Em várias seções, o livro "Petrus Romanus" menciona como a Maçonaria Iluminista (satânica) conseguiu introduzir-se no interior da Igreja, com o objetivo de manipulá-la, destruindo sua fé, para poder convertê-la em instrumento colaborador do governo mundial que, a seu tempo será exercido pelo Anticristo. Essa tarefa de infiltração leva quase um século, e obedece à estratégia do Cavalo de Tróia: introduzir-se para destruir desde dentro. Embora muitos membros da Maçonaria eclesiástica tenham chegado ao nível de bispos e cardeais, nunca tiveram êxito em seu objetivo principal, que é colocar como Papa a um de seus membros.(*) 
A infiltração formal data de 1926, quando, em Aix-La Chapelle de Aachen, os padres jesuítas Berteloot e Herman Gruber se reuniram com os três eminentes maçons Kurt Reichl, do Conselho Supremo da Áustria, Eugen Lenhoff, GrãoMestre da Loja Austríaca, e Dr. H. Ossian Lang, Secretário-Geral da Grande Loja de Nova York.
Mais tarde, em 1937, os dignitários do Conselho Supremo da França se comprometeram, com o cabalista Oswald Wirth e com o grande grão-mestre grau 33 Albert Lantoine, do Supremo Conselho Escocês, a tarefa explícita de promover a aproximação entre padres católicos e a corrente espiritualista da Maçonaria Negra. Participaram, entre outros, os Sacerdotes Gruber e Mukermann. Todos concordaram em se esforçar para criar um "socialismo cristão global" vinculado ao Marxismo. 
(*)(Nota do site Mariamaedaigreja:  o Livro “Petrus Romanus...”, de que trata este artigo, foi publicado em abril de 2012. Situando os acontecimentos: até aquele ano tínhamos no comando da Igreja o Papa Bento XVI, que veio a abdicar do papado em 28 de fevereiro de 2013. Portanto, o que o autor declara é que, até aquele ano (2012) a maçonaria eclesiástica ainda não tinha conseguido seu intento: o de colocar como Papa um de seus membros.)  
O livro "Petrus Romanus" relembra o caso significativo de um cardeal ligado à maçonaria que esteve prestes a se tornar papa, o cardeal Mariano Rampolla.
Com a morte do Papa Leão XIII, todos davam como certa a eleição do cardeal Mariano Rampolla, Secretário de Estado, como sucessor ao trono papal. No entanto, durante o conclave, o cardeal metropolitano de Cracóvia recebeu um telegrama de Sua Majestade Franz Josef, do império Austro-Húngaro vetando esta nomeação. Anos mais tarde se soube que a objeção foi devido a uma notificação de que Rampolla pertencia à Grande Loja da Ordo Templi Orienti, e que havia sido iniciado na Suíça, chegando a subir até o grau de Grão-Mestre.
O livro também menciona o estranho caso do cardeal Giuseppe Siri mencionando que ele ganhou a maioria dos votos nos conclaves de 1958 e 1963 mas, por pressões incompreensíveis da maçonaria, rejeitou assumir o papado. É citada a resposta de Siri quando vinte anos depois lhe foi perguntado se era verdade que em ambos conclaves ele teria sido inicialmente eleito: “Eu sou obrigado a fazer sigilo. Esse segredo é horrível. Eu poderia escrever livros sobre o que aconteceu nesses conclaves. Coisas verdadeiramente sérias aconteceram, mas eu não posso dizer nada.” (10)
Em Petrus Romanus é narrado um evento que já havia sido dado a conhecer em 1998 pelo Padre Malachi Martin, a entronização de Satanás dentro do Vaticano. Mas o livro o relaciona com o tema dos Papas para enfatizar que nesta missa negra foi consagrado a Satanás o sacerdote que haveria de ser o último Papa (antipapa) coincidindo com Pedro Romano.
De fato, em seu livro "Windswept House" (Casa açoitada pelo vento), Malachi Martin, sacerdote irlandês jesuíta, muito culto, grande teólogo, exorcista há 30 anos e especialista em Igreja Católica, secretário do Cardeal Bea e consultor de vários papas, anunciou que, tão logo eleito Paulo VI, foi realizada, a 29 de junho de 1963, na Capela Paulina do Vaticano, um ritual satânico em que foi entronizado Satanás, e no qual participaram vários cardeais e bispos. (11)
De acordo com Martin, estava se cumprindo uma profecia de satanismo que anunciava o início da "Era de Satanás dentro do Vaticano", quando um papa tomou o nome de Paulo. O último havia sido Paulo V, Camilo Borghese, que morreu em 1621. Montini foi eleito em 21 de junho de 1963, e aos oito dias foi realizado um ritual satânico, entre a noite de 28 e 29. Satanás foi invocado, afirmam Horn e Putnam, segundo Martin, não só para entronizar Satanás, mas para que este revestisse com seu poder a um jovem padre destinado a ser o antipapa que será coincidente com Pedro Romano.
Foram associados dois rituais que foram realizados simultaneamente: no Vaticano, que foi sem derramamento de sangue, e outro em uma igreja paroquial em Charleston, Carolina do Sul, que foi sangrento, os dois foram interligados por meio de ligação telefônica. De acordo com Martin, o ritual em Charleston incluiu a violência sexual contra uma criança, em primeiro lugar drogada e abusada, e posteriormente sacrificada. A partir dessa missa negra simultânea começou a difundir-se o abuso sexual de menores por parte de sacerdotes, bem como uma série de outros atos homossexuais e satânicos entre os membros do clero. (Grifo nosso.) Em outro 29 de junho, porém do ano 1972, o Papa Paulo VI admitiu publicamente com amargura: "A fumaça de Satanás entrou pelas frestas da Igreja", referindo-se, principalmente, à dessacralização que estava sendo feita na liturgia.
A Capela Paulina, onde foi realizado o ritual satânico, foi fechada e reaberta em junho de 2009, quando, após ter sido restaurada, o Papa Bento XVI voltou a consagrá-la a Deus. O Padre Gabriele Amorth, experiente exorcista e autor do livro "Habla un Exorcista" concorda com todo o exposto, e acrescenta: "No Vaticano há cultos satânicos. Não são vistos, mas estão no mesmo centro do cristianismo".
O fato é que, a partir dos anos sessenta e após o Concílio Vaticano II, começou a formar-se um cisma dentro da Igreja. Os clérigos começaram a fazer todo o tipo de mudanças na liturgia e na disciplina, até chegar aos nossos dias, quando se promove a aberta rebeldia contra o Papa e se pressiona para que ele revogue o celibato sacerdotal, aceite os métodos contraceptivos e abra as portas do sacerdócio para a mulher e todo o governo colegiado dos bispos. 
Mas este cisma na Igreja, que agora está encoberto, chegará a cristaliza-se e tornar-se público, no dia em que Pedro Romano ascender ao trono e um antipapa reivindicar o pontificado com um grupo de cardeais e bispos. Vamos voltar à profecia da beata Ana Catarina Emmerich, religiosa Agostiniana: "Vi uma forte oposição entre dois papas, e vi quão funestas serão as consequências da falsa igreja, vi que a Igreja de Pedro será solapada pelo plano de uma seita".
Na história da Igreja houve 38 antipapas, ou seja, papas que exerceram ilegalmente o pontificado por uma eleição irregular. Mas a gravidade do antipapa que reinará com Pedro Romano é inteiramente singular, pois é a primeira vez que ocorre a infiltração de uma seita maçônico-satânica, e porque (ela) atacará diretamente a doutrina com a finalidade de que a Igreja seja posta a serviço do governo mundial do Anticristo. 
Diz o Catecismo da Igreja Católica, em seu número 675: 
"Antes do advento de Cristo, a Igreja deverá passar por uma prova final que abalará a fé de muitos crentes". E no número 677, diz: "A Igreja só entrará na glória do reino através desta última Páscoa, quando ela vai seguir seu Senhor em sua morte e sua ressurreição."  O livro menciona a previsão de Ronald Conte com relação ao Papa Pedro Romano. Ronald L. Conte Jr. é teólogo, tradutor da Bíblia, escritor especialista em Igreja Católica e escatologia. Em 2002, Conte previu corretamente que o Papa que viria após João Paulo II tomaria o nome de Bento XVI.
Agora, no entanto, diz Conte que o próximo Papa, ao qual caberá o lema "Petrus Romanus" carregará o nome de Pio XIII. [12] Conte escreve que o nome de Pio está historicamente associado a Papas que têm enfatizado a autoridade doutrinária e disciplinar da Igreja, e argumenta que o Cardeal Francis Arinze traz essa qualidade. Ele acrescenta: "Durante o reinado do Papa Pedro Romano começará a grande apostasia, e este Papa vai marcar a primeira parte da Grande Tribulação".
No entanto, em seu livro "Petrus Romanus", Horn e Putnam evitar se associar com a premonição de Ronald Conte a respeito de Pio XIII, e assinalam também como possível Papa sob o slogan "Pedro, o Romano" os cardeais Peter Turkson, Angelo Scola e outros "papáveis" que podem muito bem cair sob a figura de um Papa que, em meio a apostasia, defenderá a doutrina e a supremacia e disciplina da Igreja Católica.
O livro, apoiado por 722 notas, fornece uma boa abordagem para conhecer a história da Igreja e dos Papas, assim como aspectos doutrinários essenciais. Também para se aprofundar no tema da infiltração satânica da Maçonaria na Igreja, compreender o conteúdo da segunda parte do Terceiro Segredo de Fátima, e tentar visualizar o que será um acontecimento próximo: o último conclave.
 
 
[1] Culleton, Gerald, El Reino del Anticristo. [2] El secreto de La Salette fue publicado en 1879 con permiso del Obispo de Lecce, Italia. [3] Adams-Bonicelli, Alerta Humanidad, Madrid 1974. [4] Adams-Bonicelli, Op. Cit. P. 204.
[5] Idem, p. 177. [6] López Padilla, La Traición a Juan Pablo II, México, p. 180. [7] The Workers of Our Lady of Mount Carmel, Nueva York, [8] A los Sacerdotes, 20 Ed, España, p. 331. [9] Thompson, Damian, Das Ende der Zeiten, Hildesheim, 1997, p. 240. Y Vacquié, Jean, Benedictions et Maledicions, Paris, 1987. [10] Malachi Martin, "The keys of this blood", NY, Touchstone 1991, 607). [11] Entre los participantes, Martin menciona al Cardenal Villot, al Cardenal Casaroli, a diversos obispos, sacerdotes y laicos, así como un embajador luterano de Prusia. [12] Conte, Ronald, "The future and the Popes", Catholic Planet, 2004.  
FONTES: www.ultimostiempos.org      
http://mensajeradelamordedios.blogspot.com.br 

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

SANTA HILDEGARDA E A SUA PROFECIA!

Santa Hildegarda profetizou a vinda do Anticristo como resultado de uma revolta universal na Igreja e na sociedade


Santa Hildegarda, abadessa de Bingen
Santa Hildegarda, abadessa de Bingen, profetisa do Novo Testamento
Santa Hildegarda profetizou muitas coisas: descreveu a situação do tempo dela e fez profecias até o Anticristo, e isto tudo documentado com milagres.

A Providência quis que ela profetizasse porque se os homens tivessem tomado a sério o anúncio da Revolução, esta podia não ter vindo.

O profeta adverte para evitar o castigo, para evitar o precipício. Ele é a voz da Providência afastando do desvio, e ao mesmo tempo anunciando o castigo se os desvios não forem evitados.

Então ela profetizou até o Anticristo. Aqui vem então a explicação do igualitarismo, que é uma das fontes da Revolução anticristã, junto com a sensualidade.

O orgulho naturalmente produz o igualitarismo.

E Santa Hildegarda fala de prelados. Mas prelado na linguagem da Idade Média, e que se conservou até certo ponto na linguagem eclesiástica, prelado não era só eclesiástico.

Etimologicamente, a palavra prelado quer dizer aqueles que estão na frente, que foram selecionados, os principais.

Os prelados espirituais são os principais dentre o clero, e os prelados temporais são os principais dentre a sociedade civil, portanto os nobres e alguns elementos da alta burguesia.

Então, Santa Hildegarda fala do espírito igualitário voltado contra todas as desigualdades eclesiásticas e civis.

Santa Hildegarda, profetisa do Novo Testamento, anteviu uma Revolução universal
Santa Hildegarda, profetisa do Novo Testamento, anteviu uma Revolução universal
Ela denuncia que haveria de vir a revolta protestante contra as desigualdades eclesiásticas e a Revolução Francesa contra as desigualdades civis.

“A santa anunciava uma época difícil, cujos primeiros sinais já se manifestavam”, escreve o Pe. Rohrbacher.

Evidentemente é toda uma Revolução que ela descreve com estas características: “os vales queixam-se das montanhas, as montanhas tombam sobre os vales”.

É, portanto, uma crise completa, porque se as montanhas e os vales estão em revolta e as montanhas ruem, é um abalo universal. Precisamente como há o abalo universal na Revolução.

Continua: “Porque os súditos não sentem mais o temor de Deus, estão como que impacientes para subir aos cumes das montanhas, para acusarem os prelados, ao invés de acusarem os próprios pecados”.

É a revolta dos que estão embaixo. Porque eles não têm mais temor de Deus, não gostam de estar embaixo e querem ser os maiores.

Esta é a razão profundamente religiosa e moral da Revolução. É uma diminuição do temor de Deus, que produz o espírito de revolta igualitária.

Depois continua: “Dizem: sou mais adequado do que eles para superior”. Não é bem Revolução Francesa? O sufrágio universal, o povo que diz: nós mandamos melhor do que os nobres. Vamos organizar eleições. Não são mais os nobres que governam, mas é todo o mundo, o Zé Padeiro, o Zé Carniceiro, tem sua opinião a fazer para as eleições.

Bem: “Denigram... - quer dizer, falam mal de tudo quanto os superiores fazem - “por inveja” e por igualitarismo: “por ódio à superioridade”. Quer dizer: ódio à desigualdade enquanto desigualdade. Não pode ser mais claro.

“Assemelham-se a um insensato que, invés de limpar suas roupas sujas, nada faz a não ser observar de que cor é a roupa do próximo”. Quer dizer, as pessoas do povo têm uma má vida, e em vez de se corrigir começam a apontar a má vida dos que estão em cima.
Santa Hildegarda de Bingen
Santa Hildegarda de Bingen
Depois continua: “As próprias montanhas” – isto é, os prelados, quer dizer, os nobres, os clérigos e os burgueses –, “em lugar de elevarem continuamente a comunicações íntimas com Deus, a fim de cada vez mais se transformarem na luz do mundo, descuidam-se e obscurecem-se”. É o entibiamento da nobreza e do clero.

A nobreza e o clero devem ter um espírito elevado. O próprio do nobre é ser uma tocha de sublimidade em todos os ambientes onde ele está. Elevar os costumes, elevar a arte, elevar o ambiente, com vistas a Deus, com uma finalidade fundamentalmente religiosa.

Mas Santa Hildegarda denuncia seu entibiamento de um modo bem expresso: “descuidam-se de se elevar, e se obscurecem”.

O mau católico descuida de elevar seu pensamento. Ele gosta de conversar banalidades, estrada, futebol, mas das coisas elevadas não gosta. Nessa recusa começa o obscurecimento na alma. A luz da graça vai se apagando. E isto Santa Hildegarda denuncia.

Bem, “daí a sombra e a perturbação que reina nas ordens superiores”; a inveja dos inferiores e a própria maldade dos inferiores resulta do relaxamento dos superiores. Isto é profundamente arquitetônico: se os pastores espirituais e temporais se descuidam, a grei cai.

“E porque vós, grande Pastor e Vigário de Cristo, deveis buscar luz para as montanhas e conter os vales”: quer dizer, é tarefa do papa chamar o clero, chamar a nobreza, reprimir, comunicar a luz e conter os vales. Em vez de fazer revolução social, em vez de estar falando de justiça social em termos imprudentes, conter a Revolução. Esta é que é a obra do Pastor.

E, então: “dai preceitos aos senhores e disciplinas aos súditos”.

O profeta Isaías diz: “O pai que poupa a vara a filho, odeia seu filho”. Conter é isto: é meter medo; depois vem o carinho, depois vem o apoio. Greves, revoltas, etc., primeiro fiquem quietos e acabem com a greve, e se ponham em paz. Depois eu vou atender, vou ver o que é que há. Mas nessa atmosfera, não! Assim não tem conversa.

“O Soberano Juiz recomenda-vos que condenais e repilais de junto de vós os tiranos importunos e ímpios, no temor de que, para vossa grande confusão, eles se imiscuam na vossa sociedade”.

Quer dizer, tiranos e ímpios devem ser expulsos de junto do Papa, “mas sede compassivo com as desgraças públicas e particulares, pois Deus não desdenha as chagas e as dores daqueles que O temem”. Quer dizer, o Papa que tenha zelo pela Igreja e pela sociedade civil, e não fique de braços cruzados.

Por que Deus quis que ela tivesse essas visões?
Porque o verdadeiro católico tem que ter uma Filosofia da História.

Ele deve saber que sua época é um elo entre o passado e o futuro, e interpretar os acontecimentos de sua época não como acontecendo só hoje, mas como nascidos de mil fatores do passado e gerando mil coisas no futuro.

É um processo, quer dizer, uma coisa que gera outra, que gera outra, que gera outra e outra. Então, para nós conhecermos este processo, veio esta revelação.
(Fonte: Plinio Corrêa de Oliveira, 16.9.66. Sem revisão do autor)

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

O QUE FAZER PARA UMA VIDA DE ORAÇÃO?

Estilo de vida

Quais são as melhores fontes de oração?
As 4 fontes mais eficazes para ter uma vida de oração poderosa e transformadora.

 
Young man praying © Dream Perfection / Shutterstock
 Young man praying © Dream Perfection / Shutterstock

O Espírito Santo é “a água viva” que, no coração orante, “jorra para a Vida eterna” (Cf. Jô 4,14). É Ele que nos ensina a haurir essa água na própria fonte: Cristo. Ora, existem na vida cristã fontes em que Cristo nos espera para nos dessendentar com o Espírito Santo.

A Palavra de Deus

A Igreja “exorta todos os fiéis cristãos, com veemência e de modo peculiar… a que pela frequente leitura das divinas Escrituras aprendam ‘a eminente ciência de Jesus Cristo’ … Lembrem-se, porém, de que a leitura da Sagrada Escritura deve ser acompanhada pela oração, a fim de que se estabeleça o colóquio entre Deus e o homem; pois ‘a Ele falamos quando rezamos; a Ele ouvimos quando lemos os divinos oráculos’” (Sto. Ambrósio).

Os Padres espirituais, parafraseando Mt 7,7, resumem assim as disposições do coração alimentado pela Palavra de Deus na oração: “Procurai pela leitura, e encontrareis meditando; batei orando, e vos será aberto pela contemplação” (Cf. Guigo, o Cartuxo, Scala: PL 184,746C).

A Liturgia da Igreja

A missão de Cristo e o Espírito Santo, que, na liturgia sacramental da Igreja, anuncia, atualiza e comunica o Mistério da salvação, prolonga-se no coração de quem reza. Os Padres espirituais comparam às vezes o coração a um altar. A oração interioriza e assimila a Liturgia durante e após sua celebração. Mesmo quando é vivida “no segredo” (Mt 6,6), a oração é sempre oração da Igreja, comunhão com a Santíssima Trindade (Cf. IGLH 9)
As virtudes teologais
 
Entramos na oração como entramos na Liturgia: pela porta estreita da fé. Por meio dos sinais de sua Presença, procuramos e desejamos a Face do Senhor, e é sua Palavra que queremos ouvir e guardar.

O Espírito Santo, que nos ensina a celebrar a Liturgia na expectativa da volta de Cristo, nos educa a orar na esperança. Por sua vez, a oração da Igreja e a oração pessoal alimentam em nós a esperança. Especialmente os salmos, com sua linguagem concreta e variada, nos ensinam a fixar nossa esperança em Deus: “Esperei ansiosamente pelo Senhor, Ele se inclinou para mim e ouviu o meu grito” (Sl 40,2). “Que o Deus da esperança vos cumule de toda alegria e paz em vossa fé, a fim de que pela ação do Espírito Santo a vossa esperança transborde” (Rm 15,13).

“A esperança não decepciona, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo, que nos foi dado” (Rm 5,5). A oração, formada pela vida litúrgica, tudo haure do Amor com que somos amados em Cristo e que nos concede responder-lhe, amando como Ele nos amou. O Amor é a fonte da oração; quem dela bebe atinge o cume da oração:

Meu Deus, eu vos amo, e meu único desejo é amar-vos até o último suspiro de minha vida. Meu Deus infinitamente amável, eu vos amo e preferiria morrer amando-vos a viver sem vos amar. Senhor, eu vos amo, e a única graça que vos peço é amar-vos eternamente… Meu Deus, se minha língua não pode dizer a cada instante que eu vos amo, quero que meu coração vo-lo repita tantas vezes quantas eu respiro (S. João Maria Vianney).

“Hoje”

Aprendemos a rezar em certos momentos ouvindo a Palavra do Senhor e participando do seu Ministério pascal, mas é em todos os tempos, nos acontecimentos de cada dia, que seu Espírito nos é oferecido para fazer jorrar a oração. O ensinamento de Jesus sobre a oração a nosso Pai esta na mesma linha que o ensinamento sobre a Providência (Cf. Mt 6,11-34). O tempo está nas mãos do Pai; no presente é que nós o encontramos, nem ontem, nem amanhã, mas hoje: “Oxalá ouvísseis hoje a sua voz! Não endureçais vossos corações” (Sl 95,8).

Orar nos acontecimentos de cada dia e de cada instante é um dos segredos do Reino revelados aos “pequeninos”, aos servos de Cristo, aos pobres das bem-aventuranças. É justo e bom orar para que a vinda do Reino de justiça e de paz influa na marcha da história, mas é também importante modelar pela oração a massa das humildes situações do cotidiano. Todas as formas de oração podem ser esse fermento ao qual o Senhor compara o Reino (Cf. Lc 13,20-21).

(Fonte: Catecismo da Igreja Católica nº 2652-2660)

sources: Encontro com Cristo