OS DIAS MINGUAM, AS HORAS REPETEM-SE A UMA VELOCIDADE SEM FREIO!

sábado, 25 de março de 2017

quarta-feira, 22 de março de 2017

QUARESMA... TEMPO DE ABRAÇARMOS A CRUZ COM AQUELE QUE MORREU POR AMOR PARA NOS DAR A VIDA!

Quaresma, tempo de penitência e reconciliação
AUTOR: MONS. JOÃO SCOGNAMIGLIO CLÁ DIAS, EP

A Encarnação da Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, com sua Paixão e Morte na cruz, foi o meio escolhido para restituir à humanidade transviada a plena amizade com Deus.
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Na Quarta-Feira de Cinzas têm início os quarenta dias que antecedem a Semana Santa, quando a Igreja nos fala da necessidade do jejum e da penitência como meios de melhor combater os vícios, pela mortificação do corpo, e propiciar a elevação da mente a Deus.

De forma cogente, a liturgia da Quarta-Feira de Cinzas recorda-nos também a nossa condição de mortais: “Lembra-te, homem, de que és pó e ao pó hás de voltar”, diz uma das duas fórmulas usadas pela Igreja para a imposição das cinzas.

A consideração da passagem desta vida para a eternidade muitas vezes nos inquieta. Entretanto, tal pensamento é altamente benfazejo para compenetrar-nos da necessidade de evitar o pecado que, sem o arrependimento e o imerecido perdão, poderá fechar-nos, para sempre, as portas do Céu: “Lembra-te de teu fim, e jamais pecarás” (Eclo 7, 40).

Em sua segunda carta aos Coríntios, São Paulo nos incentiva a vivermos na graça de Deus: “Em nome de Cristo, vos rogamos: reconciliai- vos com Deus!” (II Cor, 5, 20). E com toda razão, pois o pecado nos afasta de Deus, tornando necessária a nossa reconciliação com Ele.
Só mesmo o Adorável Sangue de Deus teria mérito infinito para redimir o pecado original e as ofensas cometidas pelos homens, desde Adão e Eva. A Encarnação da Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, com sua Paixão e Morte na cruz, foi o meio escolhido para restituir à humanidade transviada a plena amizade com Deus.
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Se Jesus não tivesse assumido sobre Si a dívida contraída por nossos pecados, impossível seria nossa reconciliação com Deus e teríamos para sempre fechadas às portas do Céu.
A Quaresma é também tempo de oração, cuja essência, ensina o Catecismo, é a “elevação da mente a Deus”. Assim, é possível a qualquer um permanecer em oração inclusive durante os atos comuns da vida,realizando-os com o espírito voltado para o Céu.
Portanto, para rezar não é preciso tomar a atitude espalhafatosa e orgulhosa dos fariseus. Devemos, pelo contrário, ser discretos nas manifestações externas de nossa piedade particular, evitando gestos ou palavras que ponham em realce nossa própria pessoa.
Mas se apesar disso, nossa devoção for notada pelos outros, não devemos nos perturbar, tranquilizemo-nos com este ensinamento de Santo Agostinho: “Não há pecado em ser visto pelos homens, mas sim em proceder com a finalidade de por eles ser visto”.
A Igreja nos apresenta, portanto, o espírito com que se deve viver a Quaresma: não fazer boas obras com vistas a obter a aprovação dos outros, não ceder ao orgulho nem à vaidade, mas procurar em tudo agradar somente a Deus.
No jejum, na oração ou na prática de qualquer boa obra, não se pode erigir como fim último o benefício que daí possa nos advir, mas sim a glória d’Aquele que nos criou. Pois tudo quanto é nosso – exceção feita das imperfeições, misérias e pecados – pertence a Deus.
E também nossos méritos, pois é o próprio Jesus quem afirma: “Sem Mim, nada podeis fazer”! (Jo 15, 5). Assim, se tivermos a graça de praticar um ato bom, devemos imediatamente reportá-lo ao Criador, restituindo- Lhe os méritos, pois estes Lhe pertencem, e não a nós. “Quem se gloria, glorie-se no Senhor” (I Cor 1, 31), adverte-nos o Apóstolo.
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Santa Teresa de Jesus assim define a humildade: “Deus é a suma verdade, e a humildade consiste em andar na verdade, pois de grande importância é não ver coisa boa em si mesmo, mas sim a miséria e o nada”.
Reconheçamos os benefícios que Deus nos dá e por eles rendamos-Lhe graças, não nos colocando jamais como objeto desse louvor, julgando sermos nós a fonte de qualquer virtude ou qualidade.
Nesta Quaresma, procuremos, mais ainda do que a mortificação corporal, aceitar o convite que o Evangelho sabiamente nos faz, combatendo o orgulho com todas as nossas forças. Só estarão à direita de Nosso Senhor Jesus Cristo, no dia do Juízo Final,aqueles que tiverem vencido o orgulho e o egoísmo, reconhecendo que “todo dom precioso e toda dádiva perfeita vêm do alto”(Tg 1, 17).
Fonte: Arautos

segunda-feira, 20 de março de 2017

A ESPOSA DO CORDEIRO VIVE EM ANGÚSTIA CONSTANTE!

15.03.2017 - Nota de www.rainhamaria.com.br
Artigo do meu amigo Marcelo Brandão, escrito em abril de 2013
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A ESPOSA DO CORDEIRO SOB FORTE ATAQUE INTERNO
n/d
“Ninguém de modo algum vos engane. Porque primeiro deve vir a apostasia, e deve manifestar-se o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o adversário, aquele que se levanta contra tudo o que é divino e sagrado, a ponto de tomar lugar no templo de Deus, e apresentar-se como se fosse Deus.”  (2 Ts. 2, 3-4)
Com imensa tristeza, assistimos a cada ano que passa um aumento na descaracterização da nossa Igreja Católica, de tal forma, que se formos comparar a sua situação atual com a de algumas décadas passadas poderíamos afirmar, sem nenhum exagero, que essa de hoje parece claramente outra igreja. E qual a causa desse descalabro? A apostasia, que tomou conta do clero, dos religiosos e dos leigos, em sua imensa maioria.
Há algumas décadas, muitos eclesiásticos de importantes Congregações, já contaminados pelo espírito de rebeldia, começaram a adotar o seguinte discurso: “Precisamos abrir a Igreja, para conseguirmos conquistar a humanidade...” E o que realmente ocorreu: Sim, conseguiram... Não só abrir a Igreja, mas escancarar suas portas ao mundo... E aí, qual foi a conseqüência trágica dessa leviandade, que os primeiros rebeldes não conseguiram minimamente imaginar? Com as portas escancaradas, antes de a Igreja tomar pé no mundo, aconteceu simplesmente um movimento inverso: o mundo tomou de assalto a Igreja e a secularizou... E foi por causa dessa apunhalada que Ela vem sangrando há vários anos sem parar...
Como bem sabemos, uma hemorragia não só enfraquece um organismo, como também vai necrosando boa parte de seus tecidos, pela falta da irrigação sangüínea que significa vida... E essa vida na Igreja é transmitida pela fé... Se ela enfraquece ou até mesmo desaparece, o que acontece? O organismo começa a agonizar... E lamentavelmente esse é o ponto em que se encontra a Una e Santa Igreja Católica Apostólica neste momento... Ela agoniza, em conseqüência da apostasia de seus pastores e de seu rebanho...
Constate isso nas declarações que se seguem (e que vem de longe...):
"Chegamos ao grande momento. A Fé está agora na presença não de uma heresia particular como no passado – o arianismo, o maniqueísmo, dos albigenses, dos maometanos – nem está na presença de algum tipo de heresia generalizada, como ocorreu quando enfrentou a revolução protestante trezentos a quatrocentos anos atrás. O inimigo que a Fé tem de enfrentar agora, e que pode ser chamado de “O Ataque Moderno”, é um assalto indiscriminado aos fundamentos da Fé, à própria existência da Fé. E o inimigo que agora avança contra nós está cada vez mais consciente do fato de que não pode haver qualquer neutralidade. As forças que agora se opõem à Fé têm o propósito de destruí-la. A batalha é doravante travada em uma linha definida de clivagem, envolvendo a sobrevivência ou a destruição da Igreja Católica. E toda – não uma parte – de sua filosofia". (Hilaire Belloc – http://www.catholicauthors.com/belloc.html)
“Na Igreja também está reinando uma situação de incerteza. Tem-se a sensação de que, por alguma abertura tenha entrado a fumaça de satanás no Templo de Deus.” (Papa Paulo VI ao jornal Osservatore Romano, em 30/06/1968.)
“A Igreja está passando uma hora inquieta de autocrítica, que melhor se diria de autodestruição. É igual a um transtorno agudo e complexo, que ninguém teria esperado depois do Concílio. A Igreja parece se suicidar, matar a si mesma.” (Papa Paulo VI ao jornal Osservatore Romano, em 07/12/1972.)
“A divisão e a desagregação infelizmente entraram em não poucos setores da Igreja. A recomposição da unidade espiritual e real no interno da Igreja é hoje um dos mais graves e urgentes problemas da Igreja.” (Papa Paulo VI ao jornal Osservatore Romano, em 30/08/1973.) (Constatado já naquela época - há quarenta anos! -; imagine-se agora...)
“A abertura ao mundo foi uma verdadeira invasão do pensamento mundano dentro da Igreja. Talvez nós fomos por demais fracos e imprudentes.” (Papa Paulo VI ao jornal Osservatore Romano, em 23/11/1973.)
“Esperava-se que depois do Concílio haveria um período resplandecente de sol para a história da Igreja. Pelo contrário, veio um sopro de nuvens, de tempestades e de trevas! O Concílio foi dominado por modernistas e liberais daí: Contradições... Desagregações... Desobediência... Anarquia!” (Papa Paulo VI ao jornal Osservatore Romano, em 18/07/1975.)
 “Existe um abalo gravíssimo em questão de fé. Quando o Filho do Homem voltar, porventura ainda encontrará a Fé sobre a Terra? Está acontecendo que se publicam livros onde a fé é amesquinhada em pontos importantes... E o episcopado (bispos) cala-se, e não acha nada estranho nesses livros. Isso é estranho para mim...”
“Neste momento há na Igreja uma grande inquietação. E o que está em questão é a fé! O que me perturba quando considero o mundo católico, é que, dentro do catolicismo, algumas vezes, parece predominar um pensamento não católico; e pode acontecer que este pensamento não católico, dentro do catolicismo, amanhã seja uma força maior na Igreja. É preciso que subsista um pequeno rebanho, por menor que seja.” (Trechos de uma entrevista do Papa Paulo VI ao filósofo francês Jean Guitton, seu amigo, em 08/09/1977.) 
“É necessário admitir com realismo e sensibilidade dolorosa e profunda, que hoje uma grande maioria dos católicos sente-se desnorteada, confusa, perplexa e desiludida. A mãos cheias estão sendo espalhadas idéias contrárias às verdades reveladas e ensinadas desde sempre. Estão sendo espalhadas heresias verdadeiras contra o Credo e a Moral, provocando confusões e revoltas... Vai se solapando a Liturgia, afundando no relativismo intelectual e moral, na permissividade, caindo na tentação do ateísmo, do agnosticismo, do iluminismo, de uma moral indeterminada, de um cristianismo sociológico, sem dogmas definidos e sem moral objetiva.” (Papa João Paulo II ao jornal Osservatore Romano em 07/02/1981.)
“Queria pedir perdão em meu nome e no de todos vós, no Episcopado, por qualquer motivo, por fraqueza humana, que possa ter provocado escândalo e mal estar, acerca da interpretação da doutrina e da veneração de vida a este grande Sacramento, a Santíssima Eucaristia.” (Trecho da Homilia do Papa João Paulo II, na quinta-feira santa de 1980.)
A seguir, enumeramos diversos fatos que comprovam o que foi dito até aqui:
A - OS ATENTADOS À SANTA MISSA:
(A Santa Missa é a renovação do Sacrifício de Cristo na Cruz. É o mais importante ato que podemos participar.)
São Francisco de Sales afirmava: “A Santa Missa é o Sol da Igreja!”
(Portanto, ao atacá-la com atitudes apóstatas e dessacralizadoras a Igreja tem comprometida a sua luminosidade; fica obscurecida...) 
1 – A Celebração da Santa Missa dando as costas para Deus:
Esta é uma dentre tantas aberrações litúrgicas que encontramos na Igreja de hoje. Como explicar, como justificar que o sacerdote fique de costas para Deus durante a mais importante celebração na face da terra? A dos santos mistérios! Por que ofender a Deus dessa maneira, tratando-O com descaso para agradar aos homens? Esse altar-mesa foi encomenda do inferno! E como faltou humildade para corrigir o primeiro grande erro, cometeram o segundo...
2 – A retirada dos Sacrários do centro da Casa de Deus:
Para, de certa forma, tentar justificar o injustificável (de ficarem de costas para Jesus) cometeram outro desatino contra o Amoroso e Misericordioso Senhor: retiraram os Sacrários, o Trono do Rei com Sua Augusta Presença, da posição central de Sua Casa... Quanta cegueira espiritual... Esqueceram que Jesus não só é o centro da Igreja, mas do Universo, de toda a Criação em todos os tempos e de nossas vidas... Como puderam colocar de lado o Trono do Rei dos reis? (Inclusive já foram vistos Sacrários colocados em corredores, em salões subterrâneos, próximos a banheiros e até em improvisados pedestais de madeira a não mais que um metro do chão... E também Sacrários em péssimo estado de conservação, confeccionados (pasmem) com madeira aglomerada e fórmica das antigas cozinhas moduladas... Perdão e Misericórdia Senhor Jesus por tanta profanação e descaso...)
Também em muitas paróquias, capelas e catedrais não se circundam mais os Sacrários com o testemunho amoroso das flores para Jesus Eucarístico... Nem de velas... Nem de luzes... E muitas vezes falta até a lamparina que revela a Sua presença... Suprimiram até o conopeu...
3 – A supressão do latim
A celebração da Santa Missa em latim, a língua oficial da Igreja, e que nunca foi suprimida, como muitos equivocadamente acreditam, expressa unidade, faz unidade... E torna-se imprescindível o retorno de seu uso, se realmente um dia pretendermos voltar a ter a Igreja unida. 
4 – O abandono do Missal Romano
É raríssimo encontrar hoje um sacerdote que celebre usando o Missal. A grande maioria usa os livretos que foram resumidamente impressos para socorro e acompanhamento dos leigos. Essa atitude do não uso do Missal não só empobrece a celebração, como compromete a unidade Litúrgica; além de demonstrar descaso com tão sublime ato. Inclusive, em muitas Missas, os sacerdotes que não são fiéis ao Missal ficam incluindo e retirando palavras (por sua conta) durante as orações que compõe a liturgia; isso quando não criam ritos extras e estranhos, por exemplo, de no momento do Ofertório convocar os fiéis a se dirigirem ao pedestal onde se encontra a Bíblia, e ali colocar as suas mãos espalmadas...
5 – A remoção do Crucifixo do Altar
      É imprescindível a presença do Crucifixo, pois lembra e conscientiza que aquele é um lugar santo, onde está renovando-se o santo Sacrifício do Calvário: o Senhor que continua a doar-se por Amor a humanidade... Apenas agora de forma incruenta.
6 – A banalização das vestes sacerdotais
       Não usam mais os paramentos corretos (casula + alva). Inclusive muitos já nem mesmo a estola estão usando. Pasmem, já foi visto padre ministrando o Sacramento da Reconciliação de camiseta de física, calção e estola... Outro celebrando a Missa de bermuda por debaixo da túnica... Muito comum vê-los caminhando por dentro das Igrejas de bermudas... Como poderão cobrar compostura dos leigos ao freqüentar a santíssima Casa de Deus? É o caos...
7 – O descaso no Ofertório
      Muitos celebrantes não estão mais fazendo corretamente o Ofertório. A grande maioria omite as orações e alguns até mesmo o lavabo.
8 – A frieza na Consagração – o ápice da Santa Missa 
       a – A velocidade com que é feita a elevação do pão e do cálice para que ocorra a santa Transubstanciação das espécies no Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo chega a cortar o coração... Será que eles, sinceramente, ainda acreditam que o Salvador e Redentor da humanidade acabou de se fazer presente a partir daquele esplêndido momento? 
       b – Para aumentar a nossa dúvida se ainda acreditam na Sagrada Eucaristia, muitos celebrantes agora deixaram de se ajoelhar para reverenciar Jesus em Sua chegada no Altar... Será que o Altíssimo não merece que se prostrem na Santíssima Consagração...
      c – Ultimamente foi dado mais um passo no sentido de banalizar o Sagrado: muitos bispos e padres suprimiram a uso da sineta, que alertava para o tão solene momento em que Deus se faz presente entre nós...
9 – O abraço da paz... ( Já se verifica em muitas igrejas a omissão desse momento)
       Profana a Santa Missa... Pois então, vejamos:
    - A Celebração é interrompida;
    - Muitos sacerdotes até abandonam o Altar e saem a abraçar os fiéis nos primeiros bancos...
    - O Santíssimo Senhor fica abandonado sobre o Altar... Em segundo plano... A prioridade agora passou a ser afagar e agradar aos homens...
    - Os dedos que deveriam ter se mantidos purificados para tocar O Santo Corpo, agora se tornaram uma rica cultura de bactérias...
    - O recinto da Igreja tornou-se uma balbúrdia de deslocamentos, abraços e conversas...
10 – A dessacralização da Comunhão
     - Durante vários séculos, na história da Igreja, apenas dois grupos de pessoas podiam tocar a Sagrada Eucaristia: os sacerdotes e os diáconos, pois esses são os únicos que receberam a unção divina para tão santa missão. No entanto, nas últimas décadas observamos com grande tristeza os leigos profanando o Santíssimo Sacramento com a permissão e até incentivo do clero, para que O ministrem e O recebam. Dessa forma, muitos fragmentos da Eucaristia (que são Jesus integralmente) caem ao solo e são pisoteados, após terem permanecido fixados pelo suor nas mãos dos leigos...
   - Recentemente, os eclesiásticos aumentaram a profanação das Sagradas Espécies ao cancelarem o uso da patena, pois essa impedia que os fragmentos caíssem ao chão (durante o trajeto de deslocamento da Eucaristia da âmbula até o fiel) e depois ainda fossem pisoteados...
   - Outra terrível profanação (e inimaginável ofensa a Deus) que está se expandindo é o “servir-se” do Corpo e do Sangue do Senhor (como se fosse um “buffet”), ao invés do fiel receber a comunhão. Evite participar de celebrações onde isso aconteça...
   - Também grande descaso para com a Eucaristia é o transporte aos doentes sem o uso da Teca; nesses casos acontecem grandes profanações. Onde foi parar o zelo dos padres para com Jesus Eucarístico?
  - Grande parte do clero fica visivelmente contrariada quando o fiel prefere receber a comunhão na boca... Quando então a preferência (e corretíssima) for por receber de joelhos e na boca, a maioria se nega, e outros até se tornam agressivos e grosseiros... Lembramos a esses: “para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no Céu, na terra e nos infernos.” (Fl. 2, 10)
 - Após a comunhão muitos padres já não se dignam mais a fazer a purificação do cálice nem das âmbulas, o que é um dever do sacerdote, deixando esta grave responsabilidade para os “ministros”... Quanta frieza e quanto desleixo para com a SACRALIDADE.
11 – O esfriamento Eucarístico
     - Em raríssimas paróquias foram mantidas as horas santas semanais de Adoração Eucarística, que tanto desagravam e alegram o Sagrado Coração de Jesus.
     -A Adoração Perpétua foi praticamente extinta. Pode existir momento mais sublime na face da Terra do que estar na presença do Altíssimo? 
12 – Homilias vazias (quando fazem...)
      - São raríssimos hoje os sacerdotes que fazem as homilias amparadas na Liturgia do dia, no sentido de aprofundar a mensagem evangélica revelada e principalmente retirando daí orientações para serem seguidas pelo fiel em sua vida, de uma forma geral; no sentido de que ele viva sempre sob a Luz do Evangelho e da Doutrina católica.  
     - Causa grande tristeza observarmos na grande maioria das homilias a falta de valorização da oração; não são mais feitos apelos para que as pessoas rezem em casa... Para que dediquem diariamente um tempo em família a seu Deus. Também não se mostra mais a importância da oração do santo Rosário e do santo Terço, pedidos que foram feitos com tanta insistência por Nossa Senhora em todas as Suas Aparições. 
    - A grande maioria dos sacerdotes, por constrangimento e/ou esfriamento na fé, não alerta mais contra a existência e o poder destruidor dos demônios, que vivem tentando se infiltrar nas almas para corrompê-las e perde-las.
   - Também não se avisa mais para a contaminação de falsas doutrinas, que muitos católicos vivem aderindo, tipo espiritismo, rosacruz, seicho no ye, reiki e outras da chamada “nova era”.
  - Outra gravíssima omissão é a falta de exortação para que os fiéis entendam a importância de manterem-se em estado de graça, através da prática de curto prazo do sacramento da Reconciliação (confissão), pois se vive em um mundo altamente pecaminoso.
  - Em raras homilias assiste-se a valorização da obediência aos dez Mandamentos e aos Sacramentos da Igreja. O focar na Doutrina, Dogmas e o Catecismo então... Aí já é pedir demais... Praticamente não se fala...
13 – Celebrações apóstatas, dessacralizantes e até hereges...
“Missas” crioula, afro, com o uso de telão, e culto ecumênico em lugar da Missa... Não participe dessas farsas ofensivas à verdadeira Santa Missa e ao autêntico catolicismo; e que agravam aos Céus! As tão decantadas “inculturação litúrgica” e “atratividades aos fiéis” implantadas pelos modernistas, ecumenistas e alianças-preta da “teologia da libertação”, na verdade rompem com o “tecido inconsútil” da Igreja, quando quebram a unidade litúrgica d’Aquela que é Católica e Apostólica... E o mais grave em tudo isto: caracterizam-se claramente por serem ações cismáticas! Assistimos ainda a extinção do canto gregoriano durante a celebração da santa Missa, e, em muitas paróquias, a adoção de música popular com a utilização lamentável de violões, guitarras, baterias, gaitas e pandeiros... Todos esses que assim permitem e agem são apóstatas profanadores e coveiros da sacralidade e da espiritualidade da verdadeira Igreja Católica...
14 – O descaso litúrgico e devocional
      - Na grande maioria das paróquias foi extinta a liturgia do sábado (dia tradicionalmente dedicado a Nossa Senhora), pois não se celebra mais a Missa matutina... Nas celebrações à tarde a liturgia já é a de domingo...
      - Estão extinguindo em diversas paróquias as celebrações devocionais da Primeira sexta-feira do mês, em honra ao Sagrado Coração de Jesus, e do Primeiro sábado do mês, em honra ao Imaculado Coração de Maria... E que tinham sido pedidos por Nosso Senhor Jesus Cristo à Santa Margarida Maria Alacoque.
B - O ENFRAQUECIMENTO DA EVANGELIZAÇÃO E DA ESPIRITUALIDADE:
1 – Catequeses
 - Em raríssimas paróquias ainda observamos a existência de catequeses para adultos, no sentido de manter-se sempre viva a chama da fé, pois o fiel vive em um mundo contaminado pelo agnosticismo. 
- Assistimos em muitas paróquias catequistas sem nenhum preparo teológico e doutrinário para ministrarem catequeses do santo Batismo, primeira Eucaristia e santo Crisma; além de muitos(as) estarem longe de ser um bom exemplo em suas comunidades...
- Os lamentáveis e distorcidos cursos para noivos em muitas paróquias que perderam o foco principal na espiritualidade do sacramento do Matrimônio, para ministrarem até (pasmem) orientações e detalhamentos da prática do ato sexual...
2 – A falta e o comprometimento do testemunho
- Sacerdotes, em sua grande maioria, há muitos anos deixaram de usar suas santas batinas, que eram um grandioso testemunho silencioso da fé e do amor a Deus e à Igreja. Hoje já não usam mais nem mesmo um crucifixo, quanto mais o clegerman... Andam nas ruas como se homens comuns fossem... E não o são, pois na realidade são os ungidos do Senhor! Inclusive muitos bispos e cardeais também já não usam mais suas santas batinas... Se aqueles que deveriam dar o exemplo já estão assim...
- Hoje encontramos alguns sacerdotes em barzinho, tomando cerveja, fumando, discutindo futebol... Inclusive tarde da noite... Na praia de shorts, nas ruas de bermuda e calção fazendo jogging...
- Os religiosos e religiosas em sua grande maioria eliminaram também o uso de seus santos hábitos e vestem-se como leigos... Como se isso fosse muito natural... Se não tivessem feito seus votos... até seria...
- Será que esses sacerdotes e religiosos, que não se vê mais usando o crucifixo, também não usam mais o escapulário, nem a medalha Milagrosa tão recomendada por Nossa Senhora, e que a usaram os papas? Orientar as pessoas para que as usem, isso já não acontece mais... Inclusive (pasmem) conheci um que queria criar um “museu-sacro” em uma capela, para ali colocar medalhas, escapulários, fitas coloridas com as medalhas que os devotos usam no pescoço, etc...
- Será que dez por cento dos sacerdotes atualmente ainda rezam a Liturgia das Horas, tão desejada pelos Céus? E o Terço (nem citarei o Rosário...) que percentual ainda o reza diariamente?.....
(...)Estimado irmão, ao concluirmos a análise desta “foto” atual e ampliada de nossa Igreja, afirmamos com plena convicção: tudo isto que aqui foi evidenciado, não passa da ponta do iceberg... Ou seja, é apenas aquilo que nos é permitido ver, e que nos sensibiliza... Porém, imagine o quanto sofrem os Céus... Que tudo vêem... Que tudo sabem... Inclusive as mais escondidas intenções dos corações... E o que acontece nos gabinetes... Nas salas... Nos quartos...      
 Em sã consciência neste encerramento, gostaria de fazer-lhe duas perguntas:
1) Pelo estado em que a Igreja Católica hoje se encontra, acreditas que Ela ainda pode estar agradando a Deus?
2) Ela teria ainda solução por ação humana para voltar a agradar plenamente a Deus, como fazia há cinqüenta anos, ou precisará brevemente passar por uma intervenção Divina?
“Todo aquele que caminha sem rumo e não permanece na doutrina de Cristo, não tem Deus. Quem permanece na doutrina, este possui o Pai e o Filho." (2 Jo. 9)
Marcelo Brandão, em 17-04-2013 - www.rainhamaria.com.br
NOTA:
Este trabalho foi escrito em 2013! Hoje, passados quatro anos, que Igreja temos nós?
Quando a barca de Pedro anda aos solavancos no meio de uma tempestade tão gravíssima já sem norte que, segundo alguns estudiosos, afirmam que nunca desde o seu início, ela foi tão atacada pelas ondas fortíssimas que se arremessaram furiosamente contra ela para a despedaçarem nos seus fundamentos!
                    SENHOR QUE SOIS O TIMONEIRO DOS  NAVEGANTES
                     Bom Jesus, Salvador do Mundo,
                     Luz bendita que iluminais, entre as ondas revoltas,
                     Os nossos caminhos escuros e sem rumo!

                      Oh, Senhor Filho do Deus Altíssimo,
                      Que vos dignastes com amor, caminhar
                       No meio de nós, miseráveis criaturas pecadoras,
                       E, para nos salvar de naufragar 
                       Subistes até ao patíbulo da Cruz

                       Oh, olhai-nos benévolo
                       Para os seguidores, aqueles que se confiam 
                       À Vossa infinita protecção!

                        Oh, com Maria, Mãe do Belo Amor,
                        Sede, agora e para sempre
                        Para os que navegam neste mar sem sossego
                        Nas ondas alterosas deveras encapeladas
                        Deste mar da vida
                        O porto seguro que nos encaminhe
                        Até ao vosso Reino de Paz sem Fim!
                         Pelos séculos, Ámen!
                    Nema, escrava de Maria        

domingo, 19 de março de 2017

O QUE PENSAS DO MUNDO ACTUAL? PODEREMOS AJUDAR A SALVÁ-LO!?

17 chaves para salvar o mundo.


Você pode fazer mais do que você pensa...?
Miriam Diez Bosch | Mar 17, 2017

São 17 objetivos e são a garantia para conseguir conservar o planeta e melhorar a vida da humanidade. Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável soam a utopia, mas não são. Trata-se de chaves para garantir nossa sobrevivência e a do nosso planeta. Está somente nas mãos dos governos? Como contribuir para que sejam cumpridas? Você pode fazer algo, mesmo que pareça que não.
Corria o ano 2000, quando a Organização das Nações Unidas expôs sérios deveres que a humanidade deveria cumprir durante os quinze anos seguintes: os chamados Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Naquela época, a organização internacional colocou sobre a mesa oito questões-chave para reduzir a desigualdade no mundo:
  • Acabar com a fome e a miséria
  • Oferecer educação básica de qualidade para todos
  • Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres
  • Reduzir a mortalidade infantil
  • Melhorar a saúde das gestantes
  • Combater a Aids, a malária e outras doenças
  • Garantir qualidade de vida e respeito ao meio ambiente
  • Estabelecer parcerias para o desenvolvimento
Em 2015, Ban Ki-Moon, o então secretário-geral da ONU, os classificou como “o maior impulso anti-pobreza da história”. No entanto, em setembro desse mesmo ano, foi feito um balanço. Segundo Xavier Longan, do Gabinete da Campanha do Milênio das Nações Unidas em Barcelona, “estamos em um contexto desigual: de um lado foram alcançados dois ou três Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), como a erradicação da pobreza pela metade, bem como os avanços no acesso à água potável ou os índices de mortalidade materna. Por outro lado outros objetivos ficaram estagnados, não progrediram e outros regrediram”. ( O QUE VIMOS HOJE EM NADA ENGRANDECE O SER HUMANO! NEM A EVOLUÇÃO POSITIVA DA NATUREZA!)
A revisão abriu um novo capítulo, os atuais objetivos, também com data de vencimento: 2030. De 8 objetivos passaram para 17, e segundo Longan com uma diferença clara, “os ODM eram uma agenda para os países em desenvolvimento, enquanto os países ricos ajudavam os primeiros a atingirem os objetivos. A nova agenda é responsabilidade de todos”.
Neste sentido, Longan destaca o papel decisivo dos governos, “a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) depende de suas decisões, sua vontade política e as políticas que impulsionam a alcança-los”, mas afirma “terão mais protagonismo outros atores como a sociedade civil, governos locais ou o setor privado”.
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... do cientista Stuart Russel, Hawking afirma que os benefícios da inteligência artificial poderiam ser enormes, mas não podemos prever suas consequências.(Pode destruir a Humanidade e o que continuam a fazer os cièntistas???)
Os governos com políticas, a cidadania com ações concretas, boas práticas e reivindicações. “Trata-se de estabelecer as bases de um processo que serve para aprender coletivamente como podemos fazer melhor, como podemos fazer isso mais rápido, e quais são os elementos que ajudam a acelerar estes processos de mudança”, explica Teresa Ribera, ex-secretária de Estado de Mudança Climática entre 2004 e 2008.
Como explica o jornal El País, Federico Mayor Zaragoza, membro do European Center for Peace and Development e ex-diretor Geral da UNESCO, a chave para o mundo é compartilhar e cooperar, e salienta que “os Governos devem ter em mente que se não se comprometem com isso as pessoas vão retirar o seu apoio, porque estamos indo em direção a uma democracia autêntica, não absoluta”.
A tecnologia, a nosso serviço(OU TALVEZ, NEM TANTO ASSIM!)
As soluções móveis e os vários dispositivos tecnológicos são ferramentas que contribuem para o cumprimento destes objetivos. Na verdade, nos países emergentes, foi detectado níveis muito elevados de utilização de aplicações e projetos tecnológicos relacionados com a saúde (mHealth), a educação (mLearning), a agricultura (mAgriculture), os serviços bancários (mBanking) etc.
Segundo Longan, há exemplos de progressos muito significativos na África, onde tem havido um crescimento exponencial da tecnologia móvel nos últimos anos. “Isso tem contribuído não apenas no desenvolvimento, mas também tem facilitado a interação entre os cidadãos, os responsáveis políticos e as instituições, para traduzir mais diretamente as necessidades das pessoas”. Algumas das iniciativas mais conhecidas são Zero Mothers Die (saúde materna), Worldreader (educação), She leads Africa (empoderamento feminino), Ushaidi (cidadania) ou mPesa (finanças).
Na verdade, o Mobile World Congress 2017, realizado em Barcelona durante a última semana, destacou os ODSs e convidou os participantes a descobrir como a indústria móvel pode contribuir para o seu cumprimento. Deste modo, se tem promovido o compromisso dos participantes com diferentes objetivos e se tem instalado informações sobre eles no local vinculado a um aplicativo.
( NÃO É INVERTENDO AS LEIS DA CRIAÇÃO E NEM MANIPULANDO O SER HUMANO, TORNANDO-O MÁQUINA QUE O MUNDO SE TORNARÁ MAIS HABITÁVEL E JUSTO)Nema,escrava de maria
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Fonte: Aleteia

OS OBJECTOS SAGRADOS QUE JESUS UTILIZOU!

HISTÓRIA DA IGREJA
O cálice da Primeira Missa
AUTOR: IR. JOSÉ ANTONIO DOMINGUEZ, EP

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Se você leitor, tivesse podido participar da última Ceia, já imaginou com que cuidado procuraria guardar na memória tudo quanto ali ocorreu? 


Cada gesto de Nosso Senhor, cada palavra d’Ele seria como um valioso tesouro de ecordações para o resto de sua vida.
Mas a realidade foi outra. Apenas os Apóstolos estavam à mesa com Jesus, quando Ele celebrou a Primeira Missa. Somente eles?
Para Deus não há tempo, tudo é presente. E por isso, Nosso Senhor Jesus Cristo, ao  celebrar a Última Ceia, não tinha diante de  Si apenas os Doze Apóstolos.
Como Deus, Ele considerava também todos os membros da Igreja que ao 
longo  dos séculos participariam do banquete
 eucarístico e se alimentariam de seu Corpo e Sangue. Na Santa Ceia, Ele nos tinha em vista, a todos nós, a você, leitor, e rezava ao Pai Celestial pela salvação de cada um. E, nesse sentido, nós também estivemos lá.


Por esse motivo, quando participamos da Celebração Eucarística e ouvimos o sacerdote pronunciar as palavras da Consagração, podemos fazer-nos presentes na Última Ceia, à mesa com Jesus, ouvindo seus divinos ensinamentos, recebendo de suas adoráveis mãos o Pão Eucarístico, bebendo seu Preciosíssimo Sangue ou encostando a cabeça no peito do Senhor e ouvindo o pulsar de seu Divino Coração.


Isso torna-se mais facilmente sensível quando estamos diante de uma das mais preciosas relíquias de Nosso Senhor Jesus Cristo: o Cálice que Ele usou na Última Ceia para consagrar o vinho. Poucos Papas tiveram o privilégio de celebrar com ele a Santa Missa. Levado para Roma por São Pedro, foi utilizado pelos Papas dos primeiros tempos, na Celebração Eucarística.
Segundo os historiadores, no Cânon Romano mais antigo encontrasse uma referência à existência desse Santo Cálice, pois no rito da consagração do vinho se dizia: “do mesmo modo, terminada a ceia, tomou este cálice glorioso em suas santas e veneráveis mãos…”. Muitos opinam que “este cálice glorioso” é uma menção a um cálice concreto, ou seja, àquele que o Senhor usou na Última Ceia. Durante a perseguição do imperador Valeriano, São Lourenço o enviou para a Espanha, em meados do século III, a fim de evitar que ele caísse em poder dos pagãos. Hoje em dia, esta relíquia é venerada na Catedral de Valência.
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Quando participamos da Celebração Eucarística, embora o celebrante não tenha em suas mãos uma relíquia tão preciosa, e nossos olhos apenas vejam o altar e o sacerdote, a Fé nos ensina ser Jesus que, pelos lábios do ministro sagrado, pronuncia as palavras da Consagração, como na Última Ceia. No Sacrifício Eucarístico o passado se faz presente, e também nós estamos diante de Jesus no Cenáculo, como na Primeira Missa. 
Fonte: Arautos-(Revista Arautos do Evangelho, Agosto/2006, n. 56, p. 50)